Migrações Contemporâneas
Sessões e filmes da seção Migrações Contemporâneas na Mostra de Cinema Chica Pelega. Ver outras categorias →
Sessões e filmes da seção Migrações Contemporâneas na Mostra de Cinema Chica Pelega. Ver outras categorias →
O documentário acompanha nordestinos que migraram para São Paulo em busca de novas oportunidades. A partir de suas experiências, aborda preconceito, moradia e relações familiares, destacando a educação como caminho para resistência e transformação social.
Histórias atravessadas pela despedida, pela memória e pelo vínculo que resiste à distância. Migrantes venezuelanos, haitianos e senegaleses compartilham lembranças e dores; mães enfrentam a ausência enviando áudios; mulheres lidam com solidão e reinvenção em novos territórios. O retorno às origens revela que migrar também pode ser um gesto de reencontro e reconstrução identitária. Uma sessão íntima sobre pertencimento, raízes e laços que permanecem mesmo quando o corpo atravessa fronteiras.
O cinema percorre rios e atravessa fronteiras para revelar histórias de deslocamento, memória e pertencimento na América do Sul. Beira percorre os 2.200 quilômetros do rio Uruguai atravessando Brasil, Argentina e Uruguai em uma jornada conduzida por Abramo Piloni, balseiro de 89 anos que revisita as águas que moldaram sua vida. Em SemFronteiras, relatos de migração expõem os desafios e as esperanças de quem cruza limites geográficos em busca de um futuro melhor.
Você já se sentiu em casa? Pedaço de Chão é um documentário poético sobre a luta pelo direito à terra, território e moradia, abordando as vivências de moradores da Vila Usina, região do Contestado, conectando sua luta à de outros movimentos sociais, e um adentrar profundo e poético sobre o ato de morar, habitar, se sentir em casa e o bem-viver.
Documentário que acompanha a trajetória de um time de futebol formado por imigrantes haitianos no Brasil. Após conquistar o título da primeira divisão da Liga Amadora da Chapecoense, enfrentam novos desafios para se manter no campeonato, revelando a força dos sonhos e da coletividade.
Ousmane Sow, imigrante senegalês radicado em Madri, vive legalmente na Espanha, mas enfrenta a precariedade do trabalho e as tensões entre sobrevivência e realização pessoal. Um retrato observacional do capitalismo a partir da vida cotidiana de um imigrante em uma capital europeia.
Uma mãe solteira foge com seus quatro filhos de um passado insuportável na Guatemala. Ao se juntar a uma caravana rumo à fronteira entre México e Estados Unidos, enfrenta a jornada mais difícil de sua vida em busca de um futuro melhor para seus filhos.
Protagonizada por mulheres migrantes, esta sessão apresenta trajetórias de coragem, reinvenção e afirmação cultural. De uma estilista senegalesa que fortalece redes na comunidade africana em São Paulo a uma estudante do Benim vivendo em Goiás, passando por uma iraniana que encontra no Uruguai um novo território de liberdade, os filmes revelam deslocamentos marcados por autonomia, resistência e reconstrução. Uma sessão que evidencia o corpo feminino como território político, afetivo e cultural.
Trabalho, adaptação, conflitos culturais e sobrevivência atravessam estas narrativas. Um cubano revisita sua trajetória entre dois países; um trabalhador busca estabilidade para a família; mulheres de diferentes origens dividem o mesmo espaço e suas diferenças; povos indígenas warao vivem em ocupação em Minas Gerais. As fronteiras aqui não são apenas geográficas, mas também sociais, econômicas e simbólicas. Um encerramento denso e reflexivo sobre desigualdade e resistência nas migrações contemporâneas.
A cultura não fica para trás: ela viaja junto. A música llanera ecoa em Boa Vista, artistas venezuelanos e africanos compartilham o palco, migrantes enfrentam o desafio da língua portuguesa e estados emocionais ganham forma em experiências sensoriais. A sessão destaca a potência coletiva da arte como ferramenta de integração, resistência e pertencimento, revelando como identidade e tradição se reinventam em novos contextos.
Média-metragem que explora a tradição gastronômica de Marabá, destacando influências indígenas, libanesas, nordestinas e goianas. O filme resgata receitas e memórias de 12 moradores, celebrando a culinária local e a identidade cultural da cidade.
O desafio da imigração sob a perspectiva de quem sofreu, resistiu e venceu.
O filme narra um dia na vida de Alex como trabalhador rural, colhendo cana-de-açúcar no interior do Brasil, e outro dia como lavador de louça e vendedor de trens na cidade de São Paulo. A obra evidencia os contrastes entre campo e cidade e os desafios da sobrevivência.
Após infância humilde na caatinga sertaneja, Rosier Alexandre, alpinista cearense, alcançou o pico de cada
continente, incluindo o maior do mundo: Everest. Entre terremotos e avalanches, traça paralelos entre histórias de
superação e desafios do cotidiano. Uma narrativa de conflitos, cenários exuberantes com montagem imersiva, que
coloca o público em estado de expectativa e comoção.
Um cineasta imigrante realiza um filme caseiro sobre suas experiências em Paris, reencenando a história de um casal estrangeiro em crise. Durante férias no Brasil, passa a questionar sua relação com a cidade e com o país.fale
O documentário Cerrado Vivo nasce de oficinas de cinema com os jovens do assentamento Silvio Rodrigues e conta a história de amor e luta de suas famílias pela reforma agrária. O filme retrata os desafios enfrentados para manter viva sua história e sustentar a agricultura familiar diante do avanço do agronegócio na Chapada dos Veadeiros, no nordeste de Goiás.