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3ª Mostra · 2023–24 — Oficinas

20/05/2023

O minuto que foi

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Em maio de 2023, o cineasta cubano Yasser Socarrás González conduziu a oficina de criação audiovisual “O minuto que foi” em dois fins de semana, dentro das comunidades quilombolas: na Invernada dos Negros (pavilhão da comunidade, em Campos Novos) nos dias 20 e 27 de maio, e no Campo dos Poli (sede da APAFEC, em Fraiburgo) nos dias 21 e 28 de maio. Feitos pelos próprios moradores, os curtas resultantes — “A luta de um quilombola polinário”, “Nos batuques dos tambores: o sonho de muitos” e “Luta e Resistência – Invernada dos Negros” — integraram a programação da 3ª Mostra e do circuito, no eixo Fazer quilombola.

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14/03/2026 (sábado)

O minuto que foi

L

A oficina O Minuto Que Foi é uma experiência intensiva de criação audiovisual conduzida pelo cineasta Yasser Socarrás, voltada a pessoas migrantes a partir de 14 anos.
Durante três horas, os participantes irão vivenciar de forma prática e colaborativa as principais etapas da produção audiovisual — ideia, roteiro, captação de imagem e som e organização do material — culminando na realização coletiva de um curta-metragem de até 3 minutos.
A proposta é experimentar o cinema como ferramenta de expressão e encontro, criando um filme a partir das vivências, memórias, sonhos e percepções dos participantes sobre deslocamento, pertencimento e futuro.
Mais do que ensinar técnica, a oficina busca proporcionar uma vivência artística coletiva, onde cada participante possa experimentar papéis como atuação, entrevista, câmera, som, direção ou roteiro.

Público
20 vagas
Pessoas migrantes a partir de 14 anos
Não é necessário conhecimento prévio em audiovisual

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24/04/2026 (sexta)

Relações étnico-raciais em sala: o audiovisual na aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08.

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UNOESC Videira 08h e 13h

A mídia no Brasil escravocrata. A cultura como dispositivo comunicacional. A modernidade e a mídia ao fim da escravidão. O reconhecimento como nação. A Frente Negra Brasileira. A imprensa negra. O TEN (Teatro experimental do negro). Da ausência do negro na mídia radialista. A Ausência do debate racial na chegada da televisão ao Brasil. A TV a “cores”. Do papel da mídia na produção de padrões culturais. O cinema negro brasileiro. Os curta-metragens como ferramenta de educação antirracista. Educação antirracista: “Diploma de brancura”. Os saberes identitários, políticos, e estético-corpóreos do Movimento Negro contemporâneo. Lugares de memória da escravidão. O Cais do Valongo numa visita virtual.

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