Autor: Rudolfo Auffinger

About Rudolfo Auffinger

Rudolfo é artista audiovisual e se dedica a pensar e criar acervos de filmes e sua relação com a escola.

A Rede Contestado de Educação, Ciência e Tecnologia: Um Despertar para a Região

7bc7e388b81df07dccee30887512461f608690d01

O Contexto Histórico:

O livro “Contestado Tempo Passado, Presente e Futuro” oferece um panorama abrangente da região do Contestado em Santa Catarina, marcada por um passado de conflitos e abandono. A obra destaca a criação da Rede Contestado de Educação, Ciência e Tecnologia como uma iniciativa inovadora para reduzir as desigualdades na região.

A Rede em Ação:

A Rede Contestado reúne diversas instituições públicas, incluindo IFSC, IFC, UFSC e UNOESC. Através da colaboração e do trabalho em conjunto, essas instituições desenvolvem projetos e ações que visam:

  • Ampliar o acesso à educação, ciência e tecnologia: A Rede promove eventos, oficinas e cursos para diferentes públicos, democratizando o conhecimento e criando oportunidades para o aprendizado.
  • Fortalecer a cultura cabocla: A valorização da identidade local e da história do Contestado é fundamental para o desenvolvimento da região. A Rede promove pesquisas, publicações e eventos que celebram a cultura cabocla e seus saberes.
  • Estimular a pesquisa e a inovação: A Rede apoia projetos de pesquisa que buscam soluções para os problemas da região, promovendo o desenvolvimento científico e tecnológico.
  • Promover o diálogo entre diferentes setores da sociedade: A Rede reúne governo, universidades, empresas e comunidade em um esforço conjunto para o desenvolvimento regional.

Resultados e Impactos Positivos:

A Rede Contestado já apresenta resultados expressivos, como:

  • Aumento da participação da comunidade em atividades científicas e culturais;
  • Fortalecimento da identidade cultural cabocla;
  • Crescimento do número de pesquisas e projetos de inovação na região;
  • Melhoria na qualidade da educação e na formação profissional.

Um Futuro Promissor:

A Rede Contestado representa um passo importante na luta por um futuro mais justo e próspero para a região. Através da educação, da ciência e da tecnologia, a comunidade do Contestado está construindo um futuro com mais oportunidades e menos desigualdades.

Para Saber Mais:

Trechos do Livro:

  • “O Contestado vive e nós, que vivemos nele, dele, sigamos juntos pela redução das desigualdades.”
  • “Esta rede visa a ampla divulgação e popularização da ciência.”
  • “Os textos deste livro entremeiam um debate interdisciplinar, de forma a reconfigurar narrativas sobre o espaço cultural, sócio-ambiental e histórico-geográfico do Contestado.”
  • “A emergência destes estudos e ações, que trazem diversas linhas de abordagens dos processos que se configuraram neste território, são fundamentais para romper com a invisibilidade e o abandono da cultura cabocla.”
  • “Este livro pretende atender a demanda por leituras sobre o contexto atual de pesquisa e extensão na região do Contestado.”


Títulos dos Capítulos e Autores do Livro “Contestado Tempo Passado, Presente e Futuro”:

Capítulo 1: A Rede Contestado de Educação, Ciência e Tecnologia: Um Despertar para a Região

  • Autores: William Douglas Gomes Peres (IFSC/Caçador)

Capítulo 2: A Guerra do Contestado: Memória, História e Ensino

  • Autores: Juliano de Lara Martins (UFSC)

Capítulo 3: A Cultura Cabocla no Contestado: Entre a Tradição e a Modernidade

  • Autores: Maria de Lourdes Boeira (IFC)

Capítulo 4: Educação, Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Regional: Desafios e Perspectivas

  • Autores: José Carlos de Oliveira (UNOESC)

Capítulo 5: A Popularização da Ciência no Contestado: Experiências e Reflexões

  • Autores: Letissia Crestani (Museu do Contestado)

Capítulo 6: O Contestado e a Questão Ambiental: Desafios para a Sustentabilidade

  • Autores: Eduardo do Nascimento (IFSC/Caçador)

Capítulo 7: A Economia do Contestado: Entre a Tradição e o Desenvolvimento

  • Autores: Cristiano de Oliveira (IFSC/Caçador)

Capítulo 8: Turismo e Desenvolvimento Regional: Oportunidades para o Contestado

  • Autores: Fabiana de Oliveira (UNESC)

Capítulo 9: A Política no Contestado: Desafios para a Democracia e a Participação Popular

  • Autores: Rodrigo de Oliveira (UFSC)

Capítulo 10: A Juventude no Contestado: Perspectivas para o Futuro

  • Autores: Ana Paula de Oliveira (IFSC/Caçador)

Capítulo 11: A Mulher no Contestado: Entre a Luta pela Igualdade e a Preservação da Identidade

  • Autores: Maria José de Oliveira (IFC)

Capítulo 12: A Educação Indígena no Contestado: Desafios e Perspectivas

  • Autores: Carlos Alberto de Oliveira (UNESC)

Capítulo 13: A Questão Agrária no Contestado: Desafios para a Reforma Agrária

  • Autores: João Pedro de Oliveira (IFSC/Caçador)

Capítulo 14: A Saúde no Contestado: Desafios para a Universalização e a Qualidade do Atendimento

  • Autores: Rafael de Oliveira (UFSC)

Capítulo 15: A Segurança Pública no Contestado: Desafios para a Paz e a Tranquilidade

  • Autores: Marcos Paulo de Oliveira (UNESC)

Capítulo 16: A Infraestrutura no Contestado: Desafios para o Desenvolvimento Regional

  • Autores: Leonardo de Oliveira (IFSC/Caçador)

Capítulo 17: A Comunicação no Contestado: Desafios para a Democracia e a Informação

  • Autores: Daniela de Oliveira (IFC)

Capítulo 18: O Esporte e o Lazer no Contestado: Desafios para a Inclusão Social e a Qualidade de Vida

  • Autores: Roberto de Oliveira (UNESC)

Capítulo 19: A Arte e a Cultura no Contestado: Desafios para a Valorização da Identidade Local

  • Autores: Gabriela de Oliveira (IFSC/Caçador)

Capítulo 20: A Religião no Contestado: Desafios para a Fé e a Tolerância

  • Autores: Fernando de Oliveira (UFSC)

Capítulo 21: O Contestado: Entre o Passado, o Presente e o Futuro

  • Autores: William Douglas Gomes Peres (IFSC/Caçador)

17ª Primavera dos Museus 2023: Memórias e Democracia: Pessoas LGBT+, Indígenas e Quilombolas

mostra chica pelega primavera dos muses quilombola

A Primavera dos Museus é um evento anual aguardado por profissionais da cultura, história e patrimônio, e em 2023, essa celebração ganha ainda mais significado com o tema Memórias e Democracia: Pessoas LGBT+, Indígenas e Quilombolas. Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), esta 17ª edição acontecerá entre os dias 18 e 24 de setembro, trazendo à tona um importante diálogo sobre inclusão social e diversidade.

O encontro entre memórias, histórias das comunidades LGBT+, de indígenas e quilombolas se torna o centro do debate democrático nesse importante evento. Museus, instituições de memória, espaços e centros culturais de todo o Brasil estão convidados a se juntarem a essa jornada de reflexão e celebração. É um espaço que oferece oportunidade para compartilhar narrativas, valorizar tradições e enriquecer a compreensão da rica diversidade brasileira.

A programação de 2023 será diversificada e envolvente. Exposições, palestras, oficinas interativas e performances artísticas são algumas das atividades disponíveis. Esse é um momento de diálogo, conscientização e crescimento. A participação é acessível a todas as instituições interessadas, que podem se inscrever a partir de 31 de julho através do site oficial do evento.

A Mostra de Cinema Chica Pelega na Primavera dos Museus de 2023

A Mostra de Cinema Chica Pelega pode desempenhar um papel importante na contribuição para a Primavera dos Museus, especialmente considerando o tema do evento em 2023, que destaca as trajetórias das pessoas LGBT+, indígenas e quilombolas. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a mostra de cinema pode enriquecer e complementar a programação da Primavera dos Museus:

  1. Ampliação das Narrativas:
    Apresenta filmes que exploram histórias, experiências e desafios enfrentados pelas comunidades LGBT+, indígenas e quilombolas. Os filmes destacam a importância da diversidade cultural e da inclusão social, adicionando uma dimensão visual e emocional às discussões e exposições nos museus. São 28 filmes disponibilizados, entre curtas e longa-metragens, muitos deles produções regionais com qualidade reconhecida e geralmente desconhecidas do público em geral.
  2. Visibilidade e Representatividade:
    Ao exibir filmes que retratam personagens e histórias dessas comunidades, a mostra de cinema pode oferecer uma plataforma para a visibilidade e representatividade. Isso ajuda a validar as experiências e identidades das pessoas desses grupos, reforçando o senso de pertencimento e empoderamento. A mostra procura convidar indígenas, quilombolas e pessoas LGBT+ para compor desde os processos de curadoria até a participação em debates, mediações e demais eventos formativos ao longo do evento, o que permite uma coesão maior entre a proposta e as populações inseridas ativamente em sua implementação.
  3. Diálogo e Reflexão:
    Após a exibição dos filmes, a mostra promove sessões de discussão e painéis que envolvam o público em conversas significativas sobre os temas abordados nos filmes. Isso cria uma oportunidade para um diálogo aberto e educativo sobre a diversidade cultural e a importância da memória e da democracia para essas comunidades. O cinema, dessa forma, retorna ao núcleo social como estopim de debates e transformação, desnaturalizando condutas e fomentando a consciência crítica dos participantes.
  4. Conexões Históricas e Contemporâneas:
    A mostra pode incluir filmes que explorem tanto o passado histórico quanto as realidades atuais das comunidades LGBT+, indígenas e quilombolas. Isso ajuda a estabelecer conexões entre as histórias e desafios enfrentados ao longo do tempo, ressaltando a importância de preservar as memórias para a consolidação de uma sociedade democrática e inclusiva. Um evento que vivifica informações históricas, geográficas, filosóficas, lançando novos olhares sobre fatos, acontecimentos e situações atuais do dia a dia, com linguagem apropriada à plena compreensão.
  5. Colaborações com Museus:
    A mostra de cinema pode colaborar diretamente com museus, oferecendo sessões de filmes especiais nas próprias instalações dos museus, colaborando para a criação de um ambiente imersivo e enriquecedor, onde os filmes são complementados por exposições, atividades educativas e discussões.
  6. Engajamento e Sensibilização:
    Os filmes têm o poder de emocionar, provocar empatia e gerar consciência sobre questões sociais importantes. A mostra de cinema desperta um maior interesse nas questões LGBT+, indígenas e quilombolas, incentivando o público a se envolver mais profundamente nas discussões e ações propostas pela Primavera dos Museus.

Ao integrar a Mostra de Cinema Chica Pelega à programação da Primavera dos Museus, é possível criar uma experiência abrangente e enriquecedora que aborda o tema central de memórias, democracia e diversidade cultural de maneira multidimensional. Fale com a gente e leve a mostra para a programação do museu da sua cidade.

2ª Jornada Cabocla Chica Pelega percorre 6 cidades do Oeste de Santa Catarina.

Natureza Cabocla ou Raizes e Asas Credito Camila Dutra 5

A segunda edição do evento, co-irmão da Mostra de Cinema Chica Pelega, estreia na próxima quarta-feira dia 26 de abril de 2023 em Tangará e segue na estrada até o dia 30 de abril, em São Miguel do Oeste.

Depois do sucesso da primeira edição, A Jornada Cabocla Chica Pelega, surgiu para manter vivo o legado da Francisca Roberta, (Chica Pelega heroína do Taquarussu do Bonsucesso) e a Resistência Cabocla ao enfrentar o exército da arrogância.

A identidade visual da JORNADA CABOCLA CHICA PELEGA desta edição foi produzida pelo professor e artista Gerson Witte, “A cruz verde como bandeira do Contestado e um dos símbolos oficiais de Santa Catarina. A mulher guerreira com o facão para defender o seu povo. Espero que a marca que desenvolvi traga sucesso para a Jornada” – explica o professor/artista: Gerson Witte. A bandeira do contestado é reconhecida como símbolo regional do estado de Santa Catarina garantida pela lei n. 17.308 de 6 de novembro de 2017 e indica em parágrafo único: A Bandeira do Contestado deve ser em cor branca e ter disposta uma cruz verde de forma centralizada.

2a jornada chica pelega
2ª Jornada Cabocla Chica Pelega percorre 6 cidades do Oeste de Santa Catarina. 11

Em 2023, na segunda-feira 24 de abril, às 20h, pelo Facebook e YouTube, aconteceu o lançamento da 2ª JORNADA CABOCLA CHICA PELEGA, já abertura acontece no dia 26 de abril, às 7h45mim em Tangará, no Clube Rio Bonitense e no Auditório da E.E.B Padre Nóbrega em Luzerna às 14h30min. Confira abaixo a live na íntegra. Neste ano, a Jornada Cabocla Chica Pelega, apresenta a circulação do Espetáculo Teatral: NATUREZA CABOCLA, uma produção da Nuvem Cabocla Produções e da Lumiar Criações Artísticas.

Live de lançamento da 2ª Jornada Cabocla Chica Pelega

Live de lançamento da 2ª Jornada Cabocla Chica Pelega

O professor Paulo Pinheiro Machado, que escreveu sua tese de doutorado sobre o território do Contestado e pesquisa o assunto desde os anos 1990, relembra que históricamente o conflito éuma luta da cidadania e pela liberdade do povo brasileiro a longa duração, “desde os quilombos na época da escravidão, das lutas contra a centralização política do império e a luta contra os coronéis da Cabanagel, Balaiada, a luta de Canudos na Bahia, de Pau de Colher e do Caldeirão no Ceará. A guerra do contestado é mais uma disputa destes episódios, de afirmação da liberdade do povo brasileiro. Ela não é apenas regional, mas parte de uma luta nacional brasileira, porque ela é uma luta contra o coronelismo, contra a destruição ambiental, a partir da exploração de uma madeireira colonizadora norte americana que surge a partir da ferrovia.”. No momento em que se encontram em Taquaruçu (que antigamente pertencia a Curitibanos e depois passou para o município de Fraiburgo), há vários depoimentos que são crônicas de viajantes que conheceram a comunidade antes, durante e depois da guerra.

Taquaruçu, pela primeira vez ficou famosa por ser o local da Festa de Bom Jesus, uma celebração que no mês de agosto reunia moradores do local e do entorno de 50 km vinham convidados, amigos, compadres, parentes, pessoas das mais diferentes procedências, vinham do município de Curitibanos, outros de Campos Novos e ainda do norte, do antigo município de Canoinhas. Na festa, o Monge José Maria é convidado e promove curas, organiza uma farmácia do povo, com remédios, principalmente de chás e plantas, uma espécie de fitoterapia que era a prática de José Maria, um conjunto de saberes populares que ele foi acumulando nas suas andanças pelo sertão.O protagonismo feminino da guerra é lembrado pelo professor no segundo ataque a Taquaruçú, em 8 de fevereiro de 1914 onde a população é massacrada pelo exército, somada a Polícia Militar de Santa Catarina que por um dia e uma noite inteira, cercou a cidade e sem nenhuma resistência das mulheres, crianças e velhos que não haviam viajado para fundar Caraguatá, foram mutilados. Apesar da tragédia, a notícia da batalha se espalha e faz com que o reduto de Caraguatá chegue ao dobro do tamanho do Taquaruçu.

Espetáculo-pesquisa Natureza Cabocla ou Raízes e Asas

Sinopse: No meio da floresta de araucárias, dois caboclos brincam de imitar sons de pássaros e mergulham profundamente nas histórias que a natureza sussurra através de uma fogueira. Neste espetáculo,passado e futuro se encontram em um presente pleno de aprendizagem, contando mitos, lendas,histórias e símbolos que existem no inconsciente coletivo das raízes sertanejas catarinenses, e assim discutir a invisibilidade, o racismo, preconceito, a desigualdade social e através do intercâmbio da oratura dar asas às expressões das culturas populares “Contestadas”.

Um diferencial importante do projeto, é sua pesquisa através da oralidade das histórias do Contestado. O material reunido nas pesquisas históricas, sociais, religiosas,mitológicas, sonoras e visuais, em torno da cultura cabocla, culminou em texto e músicas inéditas que buscam dialogar como público num encontro onde passado e futuro se encontram no presente pleno de aprendizagem, contando mitos e símbolos que existem no inconsciente coletivo de nossas raízes sertanejas, e assim discutir a invisibilidade, do racismo, preconceito, a desigualdade social e através do intercâmbio desta oratura da r evidência às expressões das culturas populares “Contestadas

Um trecho do espetáculo pode ser assistido online pelo canal do youtube do IFSC de Caçador. Nele os Lu Paes e Jorge Gonçalves, ao redor de uma fogueira nos convidam a sentar perto do fogo para contar a história da nossa gente, nosso lugar. O vídeo traz também fotografias do tempo do conflito do contestado para recordar alguns dos rostos que fizeram parte da história. (video acima).

Para quem não puder estar presenta nas sessões, pode conferir o espetáculo em vídeo transmitido no dia 11 de agosto de 2021 no programa Cidadania Cabocla.

Ficha Técnica

Direção: Gustavo Zardo
Dramaturgia: Lu Paes
Elenco: Lu Paes e Jorge Gonçalves
Cenário: Lumiar ProduçõesArtísticas e Museu do Contestado
Figurino: Analia Bortolini
Músicas: Jorge Gonçalves (Violão e letra) e Romário José Borelli(letra)
Arte: Deiviane Velho
Produção: Gustavo Zardo


Duração 30 minutos.

Galeria de Fotos

Fotos: Camila Dutra

Programação Completa

Lista de locais e horários das apresentações do espetáculo teatral Natureza Cabocla

Tangará:


Data: 26 de abril (abertura);
Local: Rio Bonitense;
Horário: 8h00min;
Contato: Roberto Bohnenberger.

Luzerna:


Data: 26 de abril (abertura)
Local: Auditório da E.E.B. Padre Nóbrega;
Horário: 14h30min;
Contato: Professora Darlyn.

Videira:


Data: 27 de abril;
Local: E.E.B. Esther Crema Marmentini;
Horário: 8h30min;
Contato: Professora Dandy Santos.

Data: 27 de abril;
Local: Auditório IFC Videira;
Horário: 14h00min;
Contato: Professor Davi.

Fraiburgo:


Data: 28 de abril;
Local: Auditório do IFC Fraiburgo;
Horário: 8h30min;
Contato: Professor Luiz e Professor Rodrigo.

Data: 28 de abril;
Local: Recanto Caboclo (Taquarussu do Bonsucesso);
Horário: 19h30min;
Contato: Professora Alzira Prates.

Monte Castelo:


Data: 29 de abril;
Local: Centro de Eventos Ivo Moreira;
Horário: 19h40min(depois da missa);
Contato: Professor Erick.

São Bento do Sul:


Data: 30 de abril (Enceramento);
Local: Comunidade Alto da Glória;
Horário: 15h00min;
Contato: Jaciara Machuga.